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segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Capoeira estimula pessoa com deficiência em Canoas

Os alunos do Centro de Educação e Inclusão e Acessibilidade de Canoas (Ceia) receberam, ontem à tarde, a visita do idealizador do projeto Capoeira Inclusiva, Eraldo Gabriel de Souza. O mestre Beija-Flor, como é conhecido, trouxe a proposta para a cidade em 2005, quando ocorreram as primeiras aulas dirigidas a pessoas com deficiência. O encontro, que faz parte das atividades do Mês da Pessoa com Deficiência, contou ainda com a participação de tradicionalistas gaúchos e de um grupo de funk. A moradora do bairro Harmonia Jeisa Carolina Ávila, 25 anos, participa das aulas de capoeira desde quando o projeto foi implantado na cidade. ‘‘O que mais gosto é da ginga da capoeira’’, contou. Segundo Eraldo, o Capoeira Inclusiva estimula crianças, jovens e adultos com deficiência a superar limites. ‘‘A capoeira estimula a consciência corporal e eleva a autoestima. É uma terapia para a inclusão’’, destacou. O projeto existe há 14 anos e é realizado em diversos locais como Minas Gerais, Ceará, Sergipe e Maranhão. Ontem o Ceia também realizou Mostra de Artes e Feira de Folclore. Na oportunidade, foram expostos os trabalhos feitos pelos alunos do Educação para Jovens e Adultos (EJA). Entre as obras de arte estavam trabalhos com uma nova leitura dos quadros do pintor brasileiro Cândido Portinari. A moradora do Mathias Velho Neide de Souza Dias, 48, foi uma das artistas. ‘‘Gosto dos trabalhos manuais.’’ Os alunos do Centro de Educação e Inclusão e Acessibilidade de Canoas (Ceia) receberam, ontem à tarde, a visita do idealizador do projeto Capoeira Inclusiva, Eraldo Gabriel de Souza. O mestre Beija-Flor, como é conhecido, trouxe a proposta para a cidade em 2005, quando ocorreram as primeiras aulas dirigidas a pessoas com deficiência. O encontro, que faz parte das atividades do Mês da Pessoa com Deficiência, contou ainda com a participação de tradicionalistas gaúchos e de um grupo de funk.

A moradora do bairro Harmonia Jeisa Carolina Ávila, 25 anos, participa das aulas de capoeira desde quando o projeto foi implantado na cidade. ‘‘O que mais gosto é da ginga da capoeira’’, contou. Segundo Eraldo, o Capoeira Inclusiva estimula crianças, jovens e adultos com deficiência a superar limites. ‘‘A capoeira estimula a consciência corporal e eleva a autoestima. É uma terapia para a inclusão’’, destacou. O projeto existe há 14 anos e é realizado em diversos locais como Minas Gerais, Ceará, Sergipe e Maranhão.

Ontem o Ceia também realizou Mostra de Artes e Feira de Folclore. Na oportunidade, foram expostos os trabalhos feitos pelos alunos do Educação para Jovens e Adultos (EJA). Entre as obras de arte estavam trabalhos com uma nova leitura dos quadros do pintor brasileiro Cândido Portinari. A moradora do Mathias Velho Neide de Souza Dias, 48, foi uma das artistas. ‘‘Gosto dos trabalhos manuais.’’